Todas as Publicações do Distrito

Pessoas em Ação no Grupo Pão de Açúcar (GPA)

As lojas do Grupo Pão de Açúcar (GPA) têm constantemente realizado parceria com Clubes de Rotary no Distrito 4.571 visando auxiliar na mobilização, arrecadação e distribuição dos alimentos entre as pessoas em situação de vulnerabilidade. Um dos clubes convidados pelo GPA é o Rotary Club de Campos do Jordão, clube onde sou associada representativa. Em razão da Campanha Natal da Solidariedade - sua doação faz a diferença, as associadas escaladas para a ação de hoje, na loja Pão de Açúcar de Campos do Jordão, foram as companheiras Elisete Resende e Kassima Campanha. Isso mesmo, Governadora e Secretária Distrital também atuam nas ações do próprio clube.  Além disso, o GPA, por meio do Instituto GPA, doará mais de 300 mil produtos (alimentos e limpeza) para instituições sociais e disponibilizará a venda de itens de cesta básica a preço de custo para parceiros que farão doações em grandes volumes. Participe na sua cidade. Será um mês inteiro para você doar alimentos não-perecíveis e produtos de higiene pessoal e limpeza para mais de 350 instituições sociais parceiras do Instituto GPA. Lembrando que sua doação pode ser feita nas lojas físicas e também on-line. Com esse gesto, você estará ajudando centenas de famílias em todo o Brasil com: Açúcar, arroz, farinha de trigo, farinha de milho, feijão, macarrão, molho de tomate e óleo; Produtos de limpeza e higiene pessoal.

Censo do Quadro Associativo do Rotary 2020

Prezados Associados. Cada um de vocês receberá na sua caixa de email, cujo o email está registrado no RI, do próprio João Hewko, para participar do censo do quadro associativo. Portanto, atenção a caixa de email, não deixe de passar essa oportunidade de participar desse censo. É muito importante à sua contribuição.

Informativo Rotário de Julho de 2020

Bem-Vindos!Apresento-lhes, com alegria, uma das novidades do ano rotário 2020-21, o nosso informativo digital que tem como objetivo trazer, mês a mês, assuntos relevantes para toda Família Rotária. Venham conosco e desfrutem das instruções, mensagens e registro da nossa história! Kassima Timoni Góes CampanhaGovernadora 2020-21 | D.4571

Guia Distrital | Revisto e Atualizado

Prezada Família Rotária, o Guia Distrial 2020-21, devido seu formato on-line, permite atualizações a medida que se fazem necessário. Estamos concentrando as trocas justificáveis, como por exemplo, troca do nome de um membro em alguma comissão por motivo de forma maior; substituição de endereço de e-mail, etc... e publicando um novo arquivo on-line pelo menos a cada 30 dias.  As substituições podem ser enviadas para o e-mail [email protected] Agradecemos a colaboração de todos para que tenhamos um Guia Distrital com os dados atualizados. O material encontra-se disponível em CLIQUE AQUI www.rotary4571.org.br no menu Publicações\Downloads desça até quase o fim da página para encontrar a pasta 50.Imagem Pública e clique no PDF para acesso e download.   Atenciosamente, Kassima Campanha GD 2020-21 Distrito 4.571  

Despedida de um companheiro e amigo!

Despedida de um companheiro e amigo - Issac Benchimol Por: Eduardo Mayr, Rotary Club de Copacabana   Foi com um misto de incredulidade e surpresa que recebemos a notícia horrível: “--- Perdemos o Benchimol. Ele se foi! ”. Ouvimos a notícia com desencanto. Não suportou esta maldição que se chama Covid-19, que tanto surpreende a humanidade e continua aterrorizando a todos, implacavelmente. Deus chamou Isaac para as suas planícies celestiais, e com isto, nós, sua família, seus amigos e companheiros, ficaremos mais pobres, mais carentes em amizade, amor, carinho e ternura. Isaac era um homem excepcional. Já se afirmou que “há homens que lutam um dia, e são bons; há homens que lutam por um ano, e são melhores; há homens que lutam por vários anos, e são muito bons; há outros que lutam durante toda a vida, esses são imprescindíveis (Brecht) ” Por isto, o escritor Saint Exupéry, autor do “Pequeno Príncipe”, com rara sensibilidade, afirmava que “cada um que passa em nossa vida não passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra. Cada um que passa em nossa vida, passa sozinho, mas não vai só, nem nos deixa sós. Leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas há os que não levam nada; há os que deixam muito, mas os que não deixam nada. Essa é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente que duas almas não se encontram ao acaso. ” Isaac era uma pessoa singular: brincalhão, com um agudo senso de humor, um otimismo sem par. Tinha como esposa e companheira inseparável a Suely, seus filhos que amava André Felipe e Gustavo, e sua querida irmã Nina. Deixa uma lembrança de otimismo e vitalidade, transformando a dor da perda na aurora de sua saudade e recordação. Seu nome e imagem ficarão guardados eternamente no relicário dos corações de tantos que ele ajudou pessoal e profissionalmente, dentro e fora do Rotary, seu ideal de vida, e que tanto lhe deve. Sua passagem foi rápida. Internado, entubado, aguardou-se o desenlace. Veio. E ele foi-se, com o Ceifeiro maior. Não conseguiu vencer este combate sem tréguas, este corona-vírus insidioso e cruel, imperdoável, maligno. Mas seu exemplo e sua alegria sejam a nossa alegria e exemplo, que sua força seja a nossa força, a embalar e guiar nossos passos. Ficaremos mais pobres sem seu convívio, certamente, empobrecidos nos nossos tão interessantes almoços das sextas-feiras, que ironicamente chamamos de “almoço dos vagabundos” e das segundas-feiras, no jantar tradicional deste Rotary Club de Copacabana, que tanto o pranteará. Isaac era um bom. RIP. Que descanse em paz, com a certeza de bem e fielmente ter cumprido seus desígnios. Restará a saudade, a memória do coração.

𝑫𝒊𝒗𝒆𝒓𝒔𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒇𝒂𝒛 𝒑𝒂𝒓𝒕𝒆 𝒅𝒐𝒔 𝒗𝒂𝒍𝒐𝒓𝒆𝒔 𝒅𝒐 𝑹𝒐𝒕𝒂𝒓𝒚

“É claro que não sabemos o que a nova década trará, mas seja o que for, devemos estar sempre conscientes da nossa responsabilidade. No Rotary, defendemos valores de igualdade, tolerância e paz. Atualmente, a tolerância é assunto relevante em muitas partes do mundo. O Rotary não é político e deve continuar assim, porém, quando as coisas não vão bem, não podemos ignorá-las e devemos nos manifestar. Defendemos os nossos valores e a Prova Quádrupla, já que somos julgados não só pelos nossos resultados, mas também pela nossa atitude.” Holger Knaack, 24 de janeiro de 2020. No início do ano, quando o presidente eleito do Rotary, Holger Knaack, se dirigiu aos participantes da Assembleia Internacional em San Diego, nos Estados Unidos, poucos poderiam ter imaginado que essas palavras eram proféticas e se materializariam três meses mais tarde. Em 25 de maio, o afro-americano George Floyd, de 46 anos, morreria em Minneapolis, no estado do Minnesota, durante uma intervenção policial por supostamente ter passado uma nota falsa. A morte dele desencadeou protestos mundo afora, caracterizando um momento em que as nações começaram a fazer um exame de consciência. No início do seu discurso em San Diego, Holger, o primeiro alemão eleito ao cargo mais elevado do Rotary, voltou 100 anos no tempo reconhecendo os problemas que acabariam engolindo o seu próprio país. “Aprendemos muito sobre outras culturas nesta Assembleia e enfatizamos a necessidade de sermos mais tolerantes”, disse ele ao público presente no salão de plenárias. “Atravessamos o limiar de uma nova década, que há 100 anos viria a ficar conhecida como ‘os loucos anos 20’. As memórias que temos dessa época são influenciadas pelas fotos e filmes que temos visto. Contudo, foi nos anos 20 também que as pessoas se afastaram cada vez mais umas das outras e a catástrofe veio como consequência.” Em agosto, refletindo alguns dias depois do tiroteio no estado de Wisconsin por ocasião dos protestos do movimento Vidas Negras Importam, Holger admitiu estar alarmado com o que estava vendo e lendo. “Estamos agora nos perguntando como isso pode estar acontecendo? Injustiça e racismo simplesmente não podem ser aceitos, seja por parte da polícia ou dos manifestantes. Estou realmente chocado com as notícias que chegam dos Estados Unidos.” Mas, enquanto o mundo olhava para si mesmo, Holger insistia que as ações do movimento Vidas Negras Importam nos Estados Unidos eram essencialmente diferentes do que acontecia em outras partes do globo. “Não é em todos lugares que encontramos racismo, mas certamente encontramos discriminação em todos os lugares. Temos que mergulhar na nossa história para encontrar a origem da discriminação e combatê-la, seja qual for a forma que ela assumir”, sugere ele, destacando como a discriminação assume formas diferentes dependendo do país e da cultura. “Não interessa se é na Índia ou Japão, Reino Unido ou Alemanha, ou qualquer outro lugar; a forma de discriminação irá sempre diferir, pois isso depende da história da região e de quando e como o preconceito teve início. Cada país deve examinar sua própria história para distinguir a discriminação existente.” Holger nasceu em 1952, quando a Alemanha ainda estava se recuperando dos horrores da Segunda Guerra Mundial. Sob a pressão dos nazistas, os Rotary Clubs do país foram fechados em outubro de 1937 e, contra sua vontade, tiveram que devolver seus diplomas de admissão ao Rotary International. Alguns clubes continuaram se reunindo em sigilo durante a guerra. Entretanto, foi somente em 1948 que a administração política permitiu o retorno do Rotary à Alemanha Ocidental. Refletindo sobre questões de racismo e discriminação, Holger admitiu: “Cada país tem que resolver seus próprios problemas, e o meu tem exemplos terríveis para contar”. “A década mais sombria da Alemanha começou em meados dos anos 30, antes da guerra, quando as coisas começaram a tomar corpo e a maioria dos Rotary Clubs fazia parte do sistema, e quanto a isso não restam dúvidas. Um grupo de historiadores escreveu um livro recentemente descrevendo o que aconteceu e como os Rotary Clubs discriminaram seus associados judeus, algo que me envergonha. Eu não acho que a história deva ser apagada; temos que aprender com ela. Todas as cartas devem ser postas à mesa para aprendermos com o passado e traçarmos o futuro.” Na sequência da morte do George Floyd, o Rotary International publicou a sua declaração de diversidade, equidade e inclusão, iniciada dois anos antes. Pouco tempo depois, o Conselho Diretor do Rotary International decidiu que precisava tomar algumas medidas adicionais. Foi então formada uma força-tarefa com especialistas do mundo todo para examinar assuntos envolvendo diversidade, equidade e inclusão, e para encontrar uma abordagem internacional no sentido de lidar com questões do tipo. Almejando proporcionar ações significativas que tragam mudanças mensuráveis e duradouras ao universo rotário, a força-tarefa identificará formas de combater preconceitos e injustiças em todo o mundo para os nossos clubes, distritos, comissões, programas e dentro dos nossos escritórios corporativos. “Essa força-tarefa é um recurso para sabermos identificar melhor aqueles que não foram bem recebidos ou tratados devidamente pelos nossos associados, funcionários ou durante a participação em nossos programas.” Holger acrescenta: “Este não é um problema isolado dos Estados Unidos, não é apenas a questão de que Vidas Negras Importam, mas é, sim, a importância em adotarmos novas abordagens em termos de diversidade, equidade e inclusão. Estamos em busca de direções para fazermos a coisa certa, já que nunca é tarde demais para corrigir os erros. Gostaria muito de mostrar aos Rotary Clubs uma forma viável que funcione no seu país e cultura”. O relatório da força-tarefa deve ser concluído até o próximo mês de julho, tratando como os clubes podem ficar ainda melhores nesses assuntos. ““Não vejo a diversidade como uma lista de desejos para um Rotary Club, ela é um dos nossos valores”, acrescentou Holger. Holger está ciente de como algumas pessoas no Rotary podem achar essa discussão desconfortável, citando a questão como política. “Sempre que não queremos abrir uma discussão, dizemos que isso é sobre política”, rebateu. “O melhor exemplo é a nova e sétima área de enfoque do Rotary, o meio ambiente. Há muitas pessoas dizendo que não deveríamos falar sobre mudanças climáticas porque é algo político”. “Na minha visão, isso é definitivamente algo não político. É um fato e é por isso que é importante. Se as coisas estão obviamente erradas, então, nós temos que falar isso”.   Por Dave King

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